Stress: O lado bom e lado mau
Por: Izabel Telles
O ser humano vem sendo submetido ao stress desde que o mundo é mundo. Antigamente ele fugia de de animais ferozes, hoje ele se apavora com a violência urbana. Portanto, estar em tensão faz parte das emoções que povoam a arte de estar vivo.
Quer mais stress que o ato de nascer? Para a mãe, para o bebê e para o pai que fica na expectativa, no sofrimento e sem poder fazer muito. Portanto, o stress tem seu lado de combustível necessário para vivermos. O exagero é que faz mal.
O pior componente deste stress maligno é a ansiedade que é filha de um grande mal da humanidade e que se chama expectativa. A expectativa leva a gente a viver num tempo que não existe e que se chama futuro.
Portanto, uma das armas mais poderosas para combater o stress é viver somente no momento presente. Esquecer o passado que já foi e sair do futuro que ainda não chegou.
Aqui tem um exercício com imagens mentais que ajudará você a se livrar daquele stress sufocante do dia a dia.
Sentado, olhos fechados, respire 3 vezes lentamente e leve sua atenção para a intenção deste exercício que é o exercício para acabar com o stress e...
Veja, sinta, perceba, imagine ou faça de conta que você está numa fazenda. Perceba uma manada de touros correndo em sua direção. Sinta a ansiedade, o sufoco, o medo, a tensão: isso é o stress.
Respire uma vez e saia correndo dalí em direção a uma porteira aberta. Imagine-se passando pela porteira e ouça o baque que ela faz ao fechar. E sabendo que você está salvo, livre do stress, respire e abra os olhos.
Faça este exercício quantas vezes sentir que for necessário ao longo do dia.
Por: Izabel Telles
O ser humano vem sendo submetido ao stress desde que o mundo é mundo. Antigamente ele fugia de de animais ferozes, hoje ele se apavora com a violência urbana. Portanto, estar em tensão faz parte das emoções que povoam a arte de estar vivo.
Quer mais stress que o ato de nascer? Para a mãe, para o bebê e para o pai que fica na expectativa, no sofrimento e sem poder fazer muito. Portanto, o stress tem seu lado de combustível necessário para vivermos. O exagero é que faz mal.
O pior componente deste stress maligno é a ansiedade que é filha de um grande mal da humanidade e que se chama expectativa. A expectativa leva a gente a viver num tempo que não existe e que se chama futuro.
Portanto, uma das armas mais poderosas para combater o stress é viver somente no momento presente. Esquecer o passado que já foi e sair do futuro que ainda não chegou.
Aqui tem um exercício com imagens mentais que ajudará você a se livrar daquele stress sufocante do dia a dia.
Sentado, olhos fechados, respire 3 vezes lentamente e leve sua atenção para a intenção deste exercício que é o exercício para acabar com o stress e...
Veja, sinta, perceba, imagine ou faça de conta que você está numa fazenda. Perceba uma manada de touros correndo em sua direção. Sinta a ansiedade, o sufoco, o medo, a tensão: isso é o stress.
Respire uma vez e saia correndo dalí em direção a uma porteira aberta. Imagine-se passando pela porteira e ouça o baque que ela faz ao fechar. E sabendo que você está salvo, livre do stress, respire e abra os olhos.
Faça este exercício quantas vezes sentir que for necessário ao longo do dia.
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Para o envio de artigos leia as Normas de Publicação abaixo:
1. Os artigos submetidos a apreciação do conselho Editorial deverão ter caráter científico, ser preferentemente inéditos e versar sobre Direito ou áreas de interesse jurídico e ser enviados em formato Microsoft Word (.doc) sem limitação de páginas.
2. O Conselho Editorial pode aceitar ou não os artigos a ela submetidos e, eventualmente, sugerir modificações ao(s) autor(es), a fim de adequar os textos à publicação
3. Os artigos deverão ser enviados com a devida correção ortográfica.
4. Junto com os artigos (no mesmo documento e antes do texto do artigo) deverá o autor enviar:- Informações sobre sua principal atividade profissional e graus acadêmicos (Ex.: Promotor de Justiça no RS; Doutor em Direito)- Resumo de no máximo 100 a 150 palavras sobre o artigo, preferentemente em dois idiomas: português e Inglês; - Sumário numerado dos itens abordados.- Palavras-chaves, no máximo 05 palavras, preferentemente em dois idiomas: português e Inglês.- Endereço de e-mail.- Classificação da área do direito abordada no artigo (Ex.: Direito Administrativo)
5. Notas servem para explicações ou esclarecimentos e não se confundem com referência à fonte; devem vir ao final do texto, com numeração seqüencial em algarismos arábicos.
6. Palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico.
7. Neologismos ou acepções incomuns, grafe entre “aspas”.
8. Citações de outros autores devem ser grafadas entre "aspas".
9. Artigos de acadêmicos de direito devem vir acompanhados com o nome do professor orientador do trabalho em nota. Se o professor for co-autor deve ser feita a menção da condição, colocando nome completo e informação sobre a principal atividade profissional e graus acadêmicos.
10. Os artigos deverão ser enviados por e-mail para o jurisetjure@gmail.com, com o assunto: Artigo Jurídico.
11. O Juris Et Jure não se responsabiliza pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).
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5. Notas servem para explicações ou esclarecimentos e não se confundem com referência à fonte; devem vir ao final do texto, com numeração seqüencial em algarismos arábicos.
6. Palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico.
7. Neologismos ou acepções incomuns, grafe entre “aspas”.
8. Citações de outros autores devem ser grafadas entre "aspas".
9. Artigos de acadêmicos de direito devem vir acompanhados com o nome do professor orientador do trabalho em nota. Se o professor for co-autor deve ser feita a menção da condição, colocando nome completo e informação sobre a principal atividade profissional e graus acadêmicos.
10. Os artigos deverão ser enviados por e-mail para o jurisetjure@gmail.com, com o assunto: Artigo Jurídico.
11. O Juris Et Jure não se responsabiliza pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).
Por exemplo:
Tem gente que se irrita porque perdeu a ponta do durex.
Ok, isso irrita mesmo.
Mas em compensação, tem gente que se irrita simplesmente
porque o amigo gosta de música sertaneja.
Que maluquice!
Acredite, mas há quem se irrite com a outra,
simplesmente porque ela ama a sogra.
Meu Deus, como tem loucura!!!
Ok, isso irrita mesmo.
Mas em compensação, tem gente que se irrita simplesmente
porque o amigo gosta de música sertaneja.
Que maluquice!
Acredite, mas há quem se irrite com a outra,
simplesmente porque ela ama a sogra.
Meu Deus, como tem loucura!!!
Será que irrita?

1) Quando a pessoa amada diz que gosta de você como amigo.
Tenho um amigo que ficou meses criando coragem para declarar a sua paixão. Ao se declarar, sabe o que ele ouviu?
- Gosto de você como amigo!
Agora, eu te pergunto: por ser amigo a pessoa deixa de servir para o resto?
E antes que ele fosse embora, ainda no portão, a moça o chamou e lhe disse:
- Não gosto de você como amigo, eu estava enganada.
Ele encheu novamente o coração de alegria, e ela continuou:
- Gosto de você como irmão!!!
2) Tem, mas "acabô"!
Márcia, andava pela cidade, desesperada atrás de um copo para seu liquidificador, que já não fabricavam mais. Então, percorreu todas as lojas do ramo, até que chegou em uma, localizada em um bairro afastado e de difícil acesso, e com aquele copo quebrado na mão, para servir de modelo, perguntou:
- O senhor tem desse copo?
Logo a seguir ouviu a seguinte resposta:
- Tem, mas “acabô”!
3) Mosquito (apenas um).
João, Célia e os meninos – três meninos (cinco anos, dois anos e meio, um de um ano e três meses) - foram passar quatro dias numa cidade a seiscentos quilômetros de casa. João, dirigia sozinho, e ficou muito cansado. A noite chegou, resolveram parar para dormir e na manhã seguinte seguir viagem. Depois de tomarem banho, jantaram e as crianças finalmente dormiram. João se deitou, quando começou a se desligar, eis que o som de um pernilongo, daqueles gigantescos, que ouvimos, mas não localizamos, sentimos mas não acreditamos. Um calor insuportável, trinta graus. Lençol cobrindo o corpo e o rosto, para se tornar imune à picada do inseto!!!
Tenho um amigo que ficou meses criando coragem para declarar a sua paixão. Ao se declarar, sabe o que ele ouviu?
- Gosto de você como amigo!
Agora, eu te pergunto: por ser amigo a pessoa deixa de servir para o resto?
E antes que ele fosse embora, ainda no portão, a moça o chamou e lhe disse:
- Não gosto de você como amigo, eu estava enganada.
Ele encheu novamente o coração de alegria, e ela continuou:
- Gosto de você como irmão!!!
2) Tem, mas "acabô"!
Márcia, andava pela cidade, desesperada atrás de um copo para seu liquidificador, que já não fabricavam mais. Então, percorreu todas as lojas do ramo, até que chegou em uma, localizada em um bairro afastado e de difícil acesso, e com aquele copo quebrado na mão, para servir de modelo, perguntou:
- O senhor tem desse copo?
Logo a seguir ouviu a seguinte resposta:
- Tem, mas “acabô”!
3) Mosquito (apenas um).
João, Célia e os meninos – três meninos (cinco anos, dois anos e meio, um de um ano e três meses) - foram passar quatro dias numa cidade a seiscentos quilômetros de casa. João, dirigia sozinho, e ficou muito cansado. A noite chegou, resolveram parar para dormir e na manhã seguinte seguir viagem. Depois de tomarem banho, jantaram e as crianças finalmente dormiram. João se deitou, quando começou a se desligar, eis que o som de um pernilongo, daqueles gigantescos, que ouvimos, mas não localizamos, sentimos mas não acreditamos. Um calor insuportável, trinta graus. Lençol cobrindo o corpo e o rosto, para se tornar imune à picada do inseto!!!
Fala... Irrita?
Para um domingo chuvoso, calmo e sem ter muita opção do que fazer
vai um filminho linght para podermos refletir sobre coisas boas.
click ai, quem sabe...
...

A 26 de Janeiro de 2006 em Perth, na Austrália, uma multidão juntou-senuma praia local para testemunhar um espectáculo de fogo-de-artifício.Entretanto, uma trovoada começou a aparecer do lado direito.
Mas o mais inesperado, foi entre estas duas manifestações de luz apareceruma terceira, o Cometa McNaught, actualmente visível no hemisfério sul.
Um autêntico três-em-um que resultou nesta foto fantástica.
Museu abre percepção ao universo dos cegos.
Imagine um lugar escuro. Escuro mesmo! Sem nenhuma fresta de luz. Você procura pontos de claridade e não encontra. Tanto faz os olhos estarem abertos ou fechados. Não sabe onde está tocando, andando e nem o que te espera no minuto seguinte. A comida está na mesa e você consegue sentir apenas o cheiro. É necessário adoçar o café, atravessar uma ponte e subir uma escada sem usar a visão. Apenas uma pessoa vai te ajudar em todas essas tarefas e a relação de confiança entre vocês se transformará em um elo tão grande que muitos anos depois você ainda vai se lembrar do nome dela. O seu guia na realidade mais um anjo do que guia é um deficiente visual. O mundo que pode parecer estranho e claustrofóbico para uns é a rotina de outros, e essa inversão de papéis é o objetivo do Museu do Diálogo, um sucesso no mundo todo que chega ao Brasil, em Campinas, no Galleria Shopping, com previsão de inauguração para o início de março de 2007, em parceria com o projeto Rodin.
O Museu do Diálogo é um espaço criado pelo filósofo alemão Andreas Heinecke e tem por objetivo fazer com que pequenos grupos visitem uma área completamente protegida da claridade. Nesses espaços foram aplicadas, em diverso ambientes, situações que provocam sensações de vento, cheiro, temperatura, sons, texturas, entre outras, e a pequena expedição para o reencontro dos sentidos é comandada por um guia com deficiência visual em um passeio que pode durar até uma hora e 30 minutos.
Instalado inicialmente em Hamburgo, na Alemanha, com o nome Dialog im Dunkeln, hoje o projeto possui versão itinerante e já percorreu o mundo todo, sendo visitado por 5 milhões de pessoas. As instalações fixas ficam na Alemanha, Holanda, Israel, Itália, Áustria e agora no Brasil, que já recebeu o projeto temporário em feiras do Rio de Janeiro e Brasília.
Mudança de atitude: Heinecke, o alemão nascido em Baden-Baden agora dedica sua vida a mudar a perspectiva das pessoas e ao aprendizado social sobre a aceitação das diferenças. “Em Hamburgo, após dez anos de atividades do museu, uma pesquisa realizada com os deficientes visuais da cidade mostrou que as pessoas mudaram completamente de atitude em relação ao diferente”, diz Heinecke.
“Antes de você carregar um deficiente visual pelo braço com a intenção de ajudá-lo a atravessar a rua, pergunte antes se é isso que ele quer. Talvez ele esteja apenas esperando uma pessoa ou queria simplesmente ficar ali. O diálogo é o único meio capaz de estreitar a relação entre essas pessoas”, explica.
Além de funcionar como uma ponte para estreitar as relações sociais, o museu também pretende gerar empregos para os deficientes da cidade, com carteira de trabalho assinada. No primeiro mês de funcionamento, os idealizadores do projeto esperam contratar 30 pessoas, com expectativa de público de 200 visitantes por dia. O horário de funcionamento será o do shopping e o museu venderá ingressos também por telefone, recebendo escolas e grupos de empresas que desejarem visitar o local. O espaço ainda conta com o apoio da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas).
Imagine um lugar escuro. Escuro mesmo! Sem nenhuma fresta de luz. Você procura pontos de claridade e não encontra. Tanto faz os olhos estarem abertos ou fechados. Não sabe onde está tocando, andando e nem o que te espera no minuto seguinte. A comida está na mesa e você consegue sentir apenas o cheiro. É necessário adoçar o café, atravessar uma ponte e subir uma escada sem usar a visão. Apenas uma pessoa vai te ajudar em todas essas tarefas e a relação de confiança entre vocês se transformará em um elo tão grande que muitos anos depois você ainda vai se lembrar do nome dela. O seu guia na realidade mais um anjo do que guia é um deficiente visual. O mundo que pode parecer estranho e claustrofóbico para uns é a rotina de outros, e essa inversão de papéis é o objetivo do Museu do Diálogo, um sucesso no mundo todo que chega ao Brasil, em Campinas, no Galleria Shopping, com previsão de inauguração para o início de março de 2007, em parceria com o projeto Rodin.
O Museu do Diálogo é um espaço criado pelo filósofo alemão Andreas Heinecke e tem por objetivo fazer com que pequenos grupos visitem uma área completamente protegida da claridade. Nesses espaços foram aplicadas, em diverso ambientes, situações que provocam sensações de vento, cheiro, temperatura, sons, texturas, entre outras, e a pequena expedição para o reencontro dos sentidos é comandada por um guia com deficiência visual em um passeio que pode durar até uma hora e 30 minutos.
Instalado inicialmente em Hamburgo, na Alemanha, com o nome Dialog im Dunkeln, hoje o projeto possui versão itinerante e já percorreu o mundo todo, sendo visitado por 5 milhões de pessoas. As instalações fixas ficam na Alemanha, Holanda, Israel, Itália, Áustria e agora no Brasil, que já recebeu o projeto temporário em feiras do Rio de Janeiro e Brasília.
Mudança de atitude: Heinecke, o alemão nascido em Baden-Baden agora dedica sua vida a mudar a perspectiva das pessoas e ao aprendizado social sobre a aceitação das diferenças. “Em Hamburgo, após dez anos de atividades do museu, uma pesquisa realizada com os deficientes visuais da cidade mostrou que as pessoas mudaram completamente de atitude em relação ao diferente”, diz Heinecke.
“Antes de você carregar um deficiente visual pelo braço com a intenção de ajudá-lo a atravessar a rua, pergunte antes se é isso que ele quer. Talvez ele esteja apenas esperando uma pessoa ou queria simplesmente ficar ali. O diálogo é o único meio capaz de estreitar a relação entre essas pessoas”, explica.
Além de funcionar como uma ponte para estreitar as relações sociais, o museu também pretende gerar empregos para os deficientes da cidade, com carteira de trabalho assinada. No primeiro mês de funcionamento, os idealizadores do projeto esperam contratar 30 pessoas, com expectativa de público de 200 visitantes por dia. O horário de funcionamento será o do shopping e o museu venderá ingressos também por telefone, recebendo escolas e grupos de empresas que desejarem visitar o local. O espaço ainda conta com o apoio da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC Campinas).

