“A pior solidão é aquela que nos ausenta de nós mesmos”.
Pe. Fábio de Melo
Solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio e isolamento. A solidão é mais do que o sentimento de querer uma companhia ou querer realizar alguma atividade com outra pessoa não por que simplesmente se isola mas por que os seus sentimentos precisam de algo novo que as transforme.
Um dos primeiros usos a serem gravados da palavra "solitário" está na tragédia Coriolanus, Ato IV Cena 1, de William Shakespeare, escrita em 1608.
As pessoas podem sentir solidão por muitas razões e muitos eventos da vida estão associados a ela. A falta de amizades durante a infância e adolescência ou a falta de pessoas interessantes podem desencadear não só a solidão, mas também a depressão e o celibato involuntário. Ao mesmo tempo, a solidão pode ser um sintoma de um outro problema social ou psicológico, que deveria ser tratado.
Muitas pessoas passam pela experiência da solidão pela primeira vez quando são deixadas sozinhas quando crianças. É um pensamento muito comum, embora temporário, em consequência de um divórcio ou a perda de algum relacionamento afetivo de longa duração. Nesses casos, a solidão pode ocorrer tanto por causa da perda do outro indivíduo quanto pelo afastamento do círculo social do qual ambos faziam parte, causado pela tristeza associada ao evento.
A perda de alguém significativo na vida de uma pessoa tipicamente provoca um período de lamentação, onde o indivíduo sente-se sozinho mesmo na presença de outros. A solidão pode ocorrer também após o nascimento de uma criança, um casamento ou outro evento socialmente disruptivo, como a mudança de um estudante para um campus universitário. A solidão pode ocorrer dentro de um casamento ou relacionamentos íntimos similares quando há raiva, ressentimento ou quando o amor dado não é correspondido. Pode também representar uma disfunção de comunicação. Aprender a lidar com mudanças de estilos de vida é essencial para superar a solidão.
Por Jimmy Wales
Encerrar um Ano e começar o outro Ano espalhando amor é uma conquista !
"Sucesso é amar-se a cada conquista,
consciente por 'conquista',
a vontade de vencer e sorrir independente à vitória."
O KEEP WALKING deseja a todos os seus leitores um excelente Natal, com tudo de bom e com muitos presentes!
Para muitas pessoas o natal é um período de festas, brincadeiras de amigo oculto, trocas de presentes, reunião em família e exaustivas idas aos shoppings e centros comerciais da cidade.
De fato, sabemos que o natal tornou-se uma das mais evidentes festas comerciais em todo o mundo ocidental, fazendo com que as expectativas dos comerciantes sejam “adrenalisadas” pelos muitos lucros e pela possibilidade de grandes ganhos materiais. É, mas considerando que a idéia fundamental do natal faz alusão a um dia natalício, ou seja, de nascimento, eu pergunto a você: e o aniversariante, onde fica?!
Infelizmente, podemos chegar a essa resposta juntos, quando nos apercebemos que o aniversariante ficou totalmente ofuscado por um velhinho obeso, de barbas brancas, vestido de vermelho, vindo da Lapônia, em um trenó puxado por renas, voando pelo espaço, “trazendo brinquedos para todas as crianças”. Hoje, esse velhinho é o símbolo da festa e atração principal no aniversário que nem sequer é dele.
Entretanto, falou o grande profeta Isaías no capítulo 9.6, algo sobre o nascimento dAquele que revolucionaria a história da humanidade com Sua vida, Alguém que teria o nome maravilhoso a ponto dos demônios se submeterem à autoridade dEle, e as doenças reconhecerem que Ele pagou um alto preço na cruz a ponto de levar sobre si as dores e enfermidades daqueles que crêem e têm fé.
Ademais, o referido profeta disse ainda que o aniversariante é o príncipe da paz, onde, em um mundo tão conturbado como este em que vivemos, o clamor geral de todas as pessoas dos cinco continentes nele existente coincide precisamente na paz mundial. E quanto mais se pede, tanto mais aumenta a carência da humanidade por esse bem tão precioso, que se torna cada vez mais raro em nosso meio, pois estamos em um mundo no qual a ameaça de guerra é constante, a intolerância religiosa e a ideológica crescem a cada dia, um país gasta duzentos bilhões de dólares do seu orçamento aumentando o seu poder bélico para poder dizer ao mundo: “não se metam conosco, nós somos melhores!”. Por outro lado, há também os que se explodem, matam centenas e acham que estão fazendo isso pra ser recebido por “Alá” como verdadeiros santos, que assassinam gente inocente por uma causa que consideram “justa”, quando na verdade está destroçando a paz da humanidade.
O ser humano parece que não está ligando para o ensinamento do Aniversariante, que diz: amai-vos uns aos outros. Aliás, isso nem é de se admirar, já que – ressalte-se – o centro das atenções no seu aniversário é o velhinho obeso vestido de vermelho.
A paz mundial que a humanidade canta a prosa e verso, não acontecerá se a mesma não nascer de cada um de nós, só que para nascer, a semente deve ser plantada no nosso coração, e essa semente se chama Jesus Cristo. O ser humano sem Jesus é cruel, está pouco se lixando se uma bomba vai cair em uma cidade e matar crianças e gente inocente. O ser humano sem Jesus é incoerente, semelhante ao homem do bigodinho do século passado, que primava por uma raça ariana superior e jogava o que considerava escória no campo de concentração, esquecendo-se que ele mesmo fisicamente era o estereótipo de tudo aquilo que estava sendo rejeitado e discriminado.
Biblicamente falando, a tão propagada paz mundial só vai acontecer no governo milenar do Aniversariante, a Terra vai ser regida por Ele (Dn. 7.13-14), vai haver justiça (Os. 10.12 e Jr. 23.5) e não existirá mais a prática da guerra (Is. 2.2-4 e Mq. 4.3). O Aniversariante, por Sua vez, será lembrado e adorado, pois estará no poder, sentado no trono, e jamais um velhinho obeso de barba branca e roupas vermelhas conseguirá desviar a atenção da humanidade daquele que é unicamente digno de ser louvado.
Ele é o príncipe da paz, sem Ele toda situação pacífica que almejamos será frustrada. Permita que Ele penetre no seu coração e injete em você o DNA que vai fazer com que você tenha paz, seja mais atencioso, misericordioso, acessível, sem explosão de ignorância e arrogância, afetuoso com os pais, esposa e filhos, compreensivo e ligado à família todos os dias do ano, e não somente no dia de natal.
Deixa Jesus nascer no teu coração!
Feliz Natal!
Imagino que, num primeiro momento, qualquer pessoa com um mínimo de sanidade responderia a essa pergunta com um sonoro e seguro "claro que não gosto de quem me maltrata!". E ainda bem! Afinal, seria mesmo estranho ouvir alguém contando, alegre e satisfatoriamente, sobre o quanto adora ser agredido, desprezado e ignorado.
No entanto, bastariam se auto-observar um pouco mais para que algumas pessoas se dessem conta do quanto, ao longo da vida, vão escolhendo se relacionar justamente com quem mais lhe trata mal.
Inconscientemente ou sem conseguir evitar, quando menos esperam, se veem envolvidas, interessadas e até completamente apaixonadas por quem é grosseiro, frio, insensível e até agressivo.
Obviamente, com o tempo, é impossível amar alguém assim sem carregar, no mesmo pacote, uma dose cavalar de ressentimento, mágoa e raiva. Somos humanos e vivemos em busca de reconhecimento, aceitação e amor. É isso que nutre nosso corpo, nossa alma e nossa existência. É isso que nos ajuda a nos manter saudáveis e felizes.
Então, por que será que relações pseudo-sado-masoquistas existem aos montes? Ou seja, por que será que, mesmo afirmando categoricamente que desejam outro tipo de relacionamento, algumas pessoas sempre terminam no lugar de vítimas e sofredoras na dinâmica do amor?
Bem, talvez seja importante esclarecer, antes de qualquer coisa, que ninguém, absolutamente ninguém, continua numa relação onde não está ganhando absolutamente nada! Talvez, o ganho seja justamente a carapuça de "bonzinho", "coitadinho", "tão compreensivo e tão incompreendido". Cada um baseado em suas crenças sobre o que seja amar, vai buscar nas relações que vive a confirmação de que está certo, de que tem razão.
Portanto, se você acredita - mesmo sem nunca ter se dado conta disso - que amar é se submeter, é ceder sempre, é suportar tudo pelo outro, é ultrapassar dificuldades, independentemente do quanto se tem de prazer e satisfação na relação... então, sinto muito! Só terá olhos para quem te proporciona esse cenário de horror! Especialmente porque, no fundo, você acredita que esse horror é sinônimo de um amor verdadeiro, comprometido e que vai garantir seu lugar de alguém que não desiste da chance de ser feliz.
Mas o fato é que tudo isso é um grande engano. É a compra de um passaporte só de ida para um mundo repleto de angústia, frustração e tristeza. É a sua assinatura num contrato que promete aos candidatos a pombinhos: "E foram infelizes para sempre".
Se você realmente não deseja essa história para a sua vida, sugiro que comece a construir e alimentar novas crenças urgentemente. Sugiro que comece a observar e constatar, por meio de experiências de outros casais, o quanto é possível e maravilhoso viver uma relação onde grosserias e agressões são lamentáveis exceções e não a base deste encontro.
Construa mentalmente ou até escreva a história de amor que você deseja viver. Como você é nesta relação? Como o outro é? Como vocês se tratam? Sobre o que falam? Qual o tom de voz que usam? Com qual objetivo conversam: descobrir quem está certo ou chegar a um consenso?
Enfim, amor é, sobretudo, uma ferramenta de construção interior que deve servir para nos tornar pessoas melhores. Não estou querendo insinuar que é possível viver um relacionamento sem nunca ter problemas, discussões ou diferenças. Claro que isso faz parte. Mas a questão é: que parte é essa?
Se for quase toda, senão a relação inteira, é hora de rever sua dinâmica e suas escolhas! E quando encontrar as respostas dentro de si mesmo, certamente vai se envolver com quem te trata muito bem, assim como você!
Graça Online
Olhar para o rosto de uma pessoa é a mais óbvia maneira de perceber o que ela sente no momento. Mas o rosto pode falar bem mais que isso: transforma-se em um mapa da psiquê, apontando traços profundos da personalidade. Ao menos é o que creem os estudiosos da fisiognomonia – espécie de oráculo que interpreta os formatos do rosto e relaciona formas e proporções com atributos do caráter.
A primeira preocupação ao tratar do assunto é que a fisiognomonia não pode ser vista como uma forma de eugenia.
– Não é uma rotulação. Até porque uma boa leitura depende da análise de mais de 60 traços – explica.
Segundo a pesquisadora, a interpretação da fisionomia é um hábito inato, a primeira das artes adivinhatórias.
– Desde o berço, o bebê busca entender o que os adultos que lhe cercam esperam –exemplifica.
Teria sido praticada inclusive pelo filósofo grego Hipócrates para reconhecer o potencial de discípulos. Hoje, é tida principalmente como um instrumento de autoconhecimento.
Na prática, a leitura é feita a partir da associação entre formas geométricas dos elementos da face e características de personalidade. Por exemplo: maçãs do rosto e maxilares salientes denunciam pessoas ciumentas, assim como olhos e queixos mais arrendondados apontam para alguém maternal, dócil. Valquíria explica que as transformações no rosto com o avançar da idade são reflexo da vida experimentada. Dessa forma, os traços hereditários perdem importância diante das linhas de expressão e outros sinais adquiridos.
– Mesmo gêmeos idênticos imprimem marcas que os diferenciam, na medida em que tenham personalidades distintas – diz.
E o que dizer das plásticas? É o grande terror do fisiognomonista. Além de apagar a história impressa no rosto, as mudanças nos traços naturais podem interferir na personalidade.
– Mudar a imagem do rosto é alterar predisposições e posturas. Por isso, muitos ficam insatisfeitos e buscam repetir a plástica numa tentativa de melhorar – acredita.
"Se tivessem acreditado na minha brincadeira de dizer verdades teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando, falei muitas vezes como palhaco, mas jamais duvidei da siceridade da plateia que sorria."







