
Será que a maioria das pessoas está insatisfeita com seus empregos
ou os chefes deixam a desejar?
A resposta para a pergunta está nas vendas bem-sucedidas do livro "Como Trabalhar para um Idiota", que ocupa o quinto lugar na lista dos mais vendidos, na categoria auto-ajuda e negócios.
Bem-humorado e prático, o livro do escritor e consultor norte-americano John Hoover dá dicas de como lidar com a hierarquia no ambiente de trabalho, sem estresse. A publicação traz uma lista com os variados tipos de chefe e conselhos para um convívio mais tranqüilo, mostrando que o esforço pode pelo menos garantir o seu emprego.
De acordo com o autor, como a cada dia está mais difícil construir uma carreira ou simplesmente subsistir, sem passar pela experiência de trabalhar sob as ordens de um chefe prepotente, perfeccionista, inseguro ou apenas incompetente, o caminho é conhecer os pontos fracos e fortes do patrão e tentar se adaptar.
Ex-executivo da Walt Disney Production, John Hoover é atualmente um dos mais prestigiados estudiosos de administração de empresas e relações humanas nos Estados Unidos.
Sinopse:
"É praticamente impossível construir uma carreira sem passar pela experiência de trabalhar sob as ordens de um chefe prepotente, perfeccionista, inseguro ou apenas incompetente. Por mais que você faça, sempre haverá a situação de ter de se submeter a alguém a quem você nem sempre considera o modelo ideal. Para deixar sua vida menos estressante, neste livro John Hoover examina todos os ângulos contidos nas hierarquias do mundo corporativo e todos os tipos de chefes que você pode encontrar pela frente, mostrando ao leitor como lidar com cada um deles, prevenir e superar conflitos e, o mais importante, sobreviver a essa selva em que a vida no trabalho se transformou."
Bem-humorado e prático, o livro do escritor e consultor norte-americano John Hoover dá dicas de como lidar com a hierarquia no ambiente de trabalho, sem estresse. A publicação traz uma lista com os variados tipos de chefe e conselhos para um convívio mais tranqüilo, mostrando que o esforço pode pelo menos garantir o seu emprego.
De acordo com o autor, como a cada dia está mais difícil construir uma carreira ou simplesmente subsistir, sem passar pela experiência de trabalhar sob as ordens de um chefe prepotente, perfeccionista, inseguro ou apenas incompetente, o caminho é conhecer os pontos fracos e fortes do patrão e tentar se adaptar.
Ex-executivo da Walt Disney Production, John Hoover é atualmente um dos mais prestigiados estudiosos de administração de empresas e relações humanas nos Estados Unidos.
Sinopse:
"É praticamente impossível construir uma carreira sem passar pela experiência de trabalhar sob as ordens de um chefe prepotente, perfeccionista, inseguro ou apenas incompetente. Por mais que você faça, sempre haverá a situação de ter de se submeter a alguém a quem você nem sempre considera o modelo ideal. Para deixar sua vida menos estressante, neste livro John Hoover examina todos os ângulos contidos nas hierarquias do mundo corporativo e todos os tipos de chefes que você pode encontrar pela frente, mostrando ao leitor como lidar com cada um deles, prevenir e superar conflitos e, o mais importante, sobreviver a essa selva em que a vida no trabalho se transformou."
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Maiori fica localizada na praia maior da costa de Amalfi, sul da Itália.
Foi fundado durante o Império romano, quando os aristocratas construíram vilas perto do aterrissagem-lugar mais importante da costa. Maiori seguiu o alguns destino histórico de Amalfi. Mas em 839 foi destruído e ensacou por “Sicardo”. Quando ele morreu em 840, os habitantes reconstruíram a aldeia e ao redor da igreja de “de de S.Nicola Thoro-Plano” eles construíram uma fortaleza nos defendia quando os piratas atacaram.
Durante a República de Amalfi, Maiori era arsenal marinho importante. Mas, em 1135, foi ensacado ainda Maiori e destruiu por Pisani.
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O “Santuário Colegial de S.Maria uma Égua”, foi construído em três corredores com arcos; dentro de nós acham muitos tesouros e um teto de caixa de munições percebidos por “de de Alessandro Fulco”. Nós também podemos ver uma estátua de polychrome do “a Virgem Santificada.”

O castelo de San de de Nicola Thoro-Plano, construiu em cima de uma igreja velha, depois de muitas distrações, era completly de remaked em 1498 graças ao Duque de Piccolomini.
Se aproxime Maiori, nós podemos visitar o complexo monástico de “de de S.Maria Olearia”; foi construído em 973 por Beneditino e é muito importante porque contém o resto monástico da Costa, da meia-idade.

O castelo de San de de Nicola Thoro-Plano, construiu em cima de uma igreja velha, depois de muitas distrações, era completly de remaked em 1498 graças ao Duque de Piccolomini.
Se aproxime Maiori, nós podemos visitar o complexo monástico de “de de S.Maria Olearia”; foi construído em 973 por Beneditino e é muito importante porque contém o resto monástico da Costa, da meia-idade.
Stress: O lado bom e lado mau
Por: Izabel Telles
O ser humano vem sendo submetido ao stress desde que o mundo é mundo. Antigamente ele fugia de de animais ferozes, hoje ele se apavora com a violência urbana. Portanto, estar em tensão faz parte das emoções que povoam a arte de estar vivo.
Quer mais stress que o ato de nascer? Para a mãe, para o bebê e para o pai que fica na expectativa, no sofrimento e sem poder fazer muito. Portanto, o stress tem seu lado de combustível necessário para vivermos. O exagero é que faz mal.
O pior componente deste stress maligno é a ansiedade que é filha de um grande mal da humanidade e que se chama expectativa. A expectativa leva a gente a viver num tempo que não existe e que se chama futuro.
Portanto, uma das armas mais poderosas para combater o stress é viver somente no momento presente. Esquecer o passado que já foi e sair do futuro que ainda não chegou.
Aqui tem um exercício com imagens mentais que ajudará você a se livrar daquele stress sufocante do dia a dia.
Sentado, olhos fechados, respire 3 vezes lentamente e leve sua atenção para a intenção deste exercício que é o exercício para acabar com o stress e...
Veja, sinta, perceba, imagine ou faça de conta que você está numa fazenda. Perceba uma manada de touros correndo em sua direção. Sinta a ansiedade, o sufoco, o medo, a tensão: isso é o stress.
Respire uma vez e saia correndo dalí em direção a uma porteira aberta. Imagine-se passando pela porteira e ouça o baque que ela faz ao fechar. E sabendo que você está salvo, livre do stress, respire e abra os olhos.
Faça este exercício quantas vezes sentir que for necessário ao longo do dia.
Por: Izabel Telles
O ser humano vem sendo submetido ao stress desde que o mundo é mundo. Antigamente ele fugia de de animais ferozes, hoje ele se apavora com a violência urbana. Portanto, estar em tensão faz parte das emoções que povoam a arte de estar vivo.
Quer mais stress que o ato de nascer? Para a mãe, para o bebê e para o pai que fica na expectativa, no sofrimento e sem poder fazer muito. Portanto, o stress tem seu lado de combustível necessário para vivermos. O exagero é que faz mal.
O pior componente deste stress maligno é a ansiedade que é filha de um grande mal da humanidade e que se chama expectativa. A expectativa leva a gente a viver num tempo que não existe e que se chama futuro.
Portanto, uma das armas mais poderosas para combater o stress é viver somente no momento presente. Esquecer o passado que já foi e sair do futuro que ainda não chegou.
Aqui tem um exercício com imagens mentais que ajudará você a se livrar daquele stress sufocante do dia a dia.
Sentado, olhos fechados, respire 3 vezes lentamente e leve sua atenção para a intenção deste exercício que é o exercício para acabar com o stress e...
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Respire uma vez e saia correndo dalí em direção a uma porteira aberta. Imagine-se passando pela porteira e ouça o baque que ela faz ao fechar. E sabendo que você está salvo, livre do stress, respire e abra os olhos.
Faça este exercício quantas vezes sentir que for necessário ao longo do dia.
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Para o envio de artigos leia as Normas de Publicação abaixo:
1. Os artigos submetidos a apreciação do conselho Editorial deverão ter caráter científico, ser preferentemente inéditos e versar sobre Direito ou áreas de interesse jurídico e ser enviados em formato Microsoft Word (.doc) sem limitação de páginas.
2. O Conselho Editorial pode aceitar ou não os artigos a ela submetidos e, eventualmente, sugerir modificações ao(s) autor(es), a fim de adequar os textos à publicação
3. Os artigos deverão ser enviados com a devida correção ortográfica.
4. Junto com os artigos (no mesmo documento e antes do texto do artigo) deverá o autor enviar:- Informações sobre sua principal atividade profissional e graus acadêmicos (Ex.: Promotor de Justiça no RS; Doutor em Direito)- Resumo de no máximo 100 a 150 palavras sobre o artigo, preferentemente em dois idiomas: português e Inglês; - Sumário numerado dos itens abordados.- Palavras-chaves, no máximo 05 palavras, preferentemente em dois idiomas: português e Inglês.- Endereço de e-mail.- Classificação da área do direito abordada no artigo (Ex.: Direito Administrativo)
5. Notas servem para explicações ou esclarecimentos e não se confundem com referência à fonte; devem vir ao final do texto, com numeração seqüencial em algarismos arábicos.
6. Palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico.
7. Neologismos ou acepções incomuns, grafe entre “aspas”.
8. Citações de outros autores devem ser grafadas entre "aspas".
9. Artigos de acadêmicos de direito devem vir acompanhados com o nome do professor orientador do trabalho em nota. Se o professor for co-autor deve ser feita a menção da condição, colocando nome completo e informação sobre a principal atividade profissional e graus acadêmicos.
10. Os artigos deverão ser enviados por e-mail para o jurisetjure@gmail.com, com o assunto: Artigo Jurídico.
11. O Juris Et Jure não se responsabiliza pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).
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5. Notas servem para explicações ou esclarecimentos e não se confundem com referência à fonte; devem vir ao final do texto, com numeração seqüencial em algarismos arábicos.
6. Palavras estrangeiras devem ser grafadas em itálico.
7. Neologismos ou acepções incomuns, grafe entre “aspas”.
8. Citações de outros autores devem ser grafadas entre "aspas".
9. Artigos de acadêmicos de direito devem vir acompanhados com o nome do professor orientador do trabalho em nota. Se o professor for co-autor deve ser feita a menção da condição, colocando nome completo e informação sobre a principal atividade profissional e graus acadêmicos.
10. Os artigos deverão ser enviados por e-mail para o jurisetjure@gmail.com, com o assunto: Artigo Jurídico.
11. O Juris Et Jure não se responsabiliza pelas opiniões, idéias e conceitos emitidos nos textos, por serem de inteira responsabilidade de seu(s) autor(es).
Por exemplo:
Tem gente que se irrita porque perdeu a ponta do durex.
Ok, isso irrita mesmo.
Mas em compensação, tem gente que se irrita simplesmente
porque o amigo gosta de música sertaneja.
Que maluquice!
Acredite, mas há quem se irrite com a outra,
simplesmente porque ela ama a sogra.
Meu Deus, como tem loucura!!!
Ok, isso irrita mesmo.
Mas em compensação, tem gente que se irrita simplesmente
porque o amigo gosta de música sertaneja.
Que maluquice!
Acredite, mas há quem se irrite com a outra,
simplesmente porque ela ama a sogra.
Meu Deus, como tem loucura!!!
Será que irrita?

1) Quando a pessoa amada diz que gosta de você como amigo.
Tenho um amigo que ficou meses criando coragem para declarar a sua paixão. Ao se declarar, sabe o que ele ouviu?
- Gosto de você como amigo!
Agora, eu te pergunto: por ser amigo a pessoa deixa de servir para o resto?
E antes que ele fosse embora, ainda no portão, a moça o chamou e lhe disse:
- Não gosto de você como amigo, eu estava enganada.
Ele encheu novamente o coração de alegria, e ela continuou:
- Gosto de você como irmão!!!
2) Tem, mas "acabô"!
Márcia, andava pela cidade, desesperada atrás de um copo para seu liquidificador, que já não fabricavam mais. Então, percorreu todas as lojas do ramo, até que chegou em uma, localizada em um bairro afastado e de difícil acesso, e com aquele copo quebrado na mão, para servir de modelo, perguntou:
- O senhor tem desse copo?
Logo a seguir ouviu a seguinte resposta:
- Tem, mas “acabô”!
3) Mosquito (apenas um).
João, Célia e os meninos – três meninos (cinco anos, dois anos e meio, um de um ano e três meses) - foram passar quatro dias numa cidade a seiscentos quilômetros de casa. João, dirigia sozinho, e ficou muito cansado. A noite chegou, resolveram parar para dormir e na manhã seguinte seguir viagem. Depois de tomarem banho, jantaram e as crianças finalmente dormiram. João se deitou, quando começou a se desligar, eis que o som de um pernilongo, daqueles gigantescos, que ouvimos, mas não localizamos, sentimos mas não acreditamos. Um calor insuportável, trinta graus. Lençol cobrindo o corpo e o rosto, para se tornar imune à picada do inseto!!!
Tenho um amigo que ficou meses criando coragem para declarar a sua paixão. Ao se declarar, sabe o que ele ouviu?
- Gosto de você como amigo!
Agora, eu te pergunto: por ser amigo a pessoa deixa de servir para o resto?
E antes que ele fosse embora, ainda no portão, a moça o chamou e lhe disse:
- Não gosto de você como amigo, eu estava enganada.
Ele encheu novamente o coração de alegria, e ela continuou:
- Gosto de você como irmão!!!
2) Tem, mas "acabô"!
Márcia, andava pela cidade, desesperada atrás de um copo para seu liquidificador, que já não fabricavam mais. Então, percorreu todas as lojas do ramo, até que chegou em uma, localizada em um bairro afastado e de difícil acesso, e com aquele copo quebrado na mão, para servir de modelo, perguntou:
- O senhor tem desse copo?
Logo a seguir ouviu a seguinte resposta:
- Tem, mas “acabô”!
3) Mosquito (apenas um).
João, Célia e os meninos – três meninos (cinco anos, dois anos e meio, um de um ano e três meses) - foram passar quatro dias numa cidade a seiscentos quilômetros de casa. João, dirigia sozinho, e ficou muito cansado. A noite chegou, resolveram parar para dormir e na manhã seguinte seguir viagem. Depois de tomarem banho, jantaram e as crianças finalmente dormiram. João se deitou, quando começou a se desligar, eis que o som de um pernilongo, daqueles gigantescos, que ouvimos, mas não localizamos, sentimos mas não acreditamos. Um calor insuportável, trinta graus. Lençol cobrindo o corpo e o rosto, para se tornar imune à picada do inseto!!!
Fala... Irrita?
Para um domingo chuvoso, calmo e sem ter muita opção do que fazer
vai um filminho linght para podermos refletir sobre coisas boas.
click ai, quem sabe...
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