É dos cafajestes que elas gostam mais!
Safados, traidores e mentirosos! Mesmo carregando essa cesta pesada de defeitos, os cafajestes conquistam os corações femininos
Por Denise Molinaro
Desde de que o mundo é mundo, os típicos cafajestes comemoram vitórias entre amigos por adicionarem freqüentemente aos seus currículos amorosos, um grande número de conquistas. Eles usam e abusam, prometem e iludem, e ainda assim, colecionam troféus materializados em mulheres apaixonadas. Tamanha é a amplitude do assunto, que nos Estados Unidos algumas garotas revoltadas resolveram fichar na internet as sacanagens dos ex-parceiros, cuidando para que futuras vítimas possam saber em qual território não devem pisar.
Para procurar o perfil de alguns supostos cafajestes, bastar clicar em
www.dontdatehimgirl.com, algo do tipo: "não saia com ele". Há quem considere o site um serviço de utilidade pública para as garotas. No Brasil a moda pegou e três amigas cariocas criaram o blog Homem é Tudo Palhaço. Para coroar a reportagem com alguns exemplos, veja os galãs conquistadores que estão em evidência na mídia e dão o ar da graça frente às câmeras.
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Safados, traidores e mentirosos! Mesmo carregando essa cesta pesada de defeitos, os cafajestes conquistam os corações femininos
Por Denise Molinaro

Desde de que o mundo é mundo, os típicos cafajestes comemoram vitórias entre amigos por adicionarem freqüentemente aos seus currículos amorosos, um grande número de conquistas. Eles usam e abusam, prometem e iludem, e ainda assim, colecionam troféus materializados em mulheres apaixonadas. Tamanha é a amplitude do assunto, que nos Estados Unidos algumas garotas revoltadas resolveram fichar na internet as sacanagens dos ex-parceiros, cuidando para que futuras vítimas possam saber em qual território não devem pisar.
Para procurar o perfil de alguns supostos cafajestes, bastar clicar em
www.dontdatehimgirl.com, algo do tipo: "não saia com ele". Há quem considere o site um serviço de utilidade pública para as garotas. No Brasil a moda pegou e três amigas cariocas criaram o blog Homem é Tudo Palhaço. Para coroar a reportagem com alguns exemplos, veja os galãs conquistadores que estão em evidência na mídia e dão o ar da graça frente às câmeras..
Leitores do Keep Walking, ainda não passava das 10:45 de hoje quando fazia minha primeira pausa rápida para um café e lembrava-me do filme chamado A Corrente do Bem (Pay It Forward). Em meus pensamentos buscava o legado que é repedido em algumas cenas, até lembrei:
Passe para frente!
Isso não teria maiores impactos se, ao voltar para minha mesa de trabalho, não tivesse aberto meu e-mail e lesse está mensagem que segue abaixo:
Isso não teria maiores impactos se, ao voltar para minha mesa de trabalho, não tivesse aberto meu e-mail e lesse está mensagem que segue abaixo:
NATUREZA DO AMOR
Sentir a presença energia transpiração do amor não é nem um pouco difícil. Para tanto basta estar disponível acessível permitido à recepção emanação do amor capaz mesmo de assumir nossos sentidos. Falamos muito ouvimos muito. Observamos muito permitimos muito.
A liberdade tem sim o poder de possuir todos os nossos sentidos. Água torna-se mais pura, cafezinho mais saboroso, prosa a flutuar por aparição de anjo benção de visão sem qualquer melindre.
A liberdade é natural do amor tão natural quanto estar em pleno estado de graça.
Dá pra decifrar isso?

Visitando o site do meu amigo ecerbero no Multiply.com descobri a nova novidade lançada nos Estados Unidos, papel higiênico personalizado.
Cada rolo custa entre US$2 a 12.
Era só o que faltava!!!
Era só o que faltava!!!

Então você compraria a novidade?
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Lendo uma reportagem de que abordava questões de como os estrangeiros vêm um profissional brasileiro inclinei-me a escrever este post, que na verdade não quer entrar nesta questão em especifica e sim em auto-crítica.
Mas a auto-crítica é o melhor caminho para a auto-valorização.
Gabriel García Márquez diz que podemos conhecer um bom escritor não tanto pelo que publica, mas pelo que teve coragem de jogar no lixo: “se o escritor se desfaz do que está escrevendo, está no bom caminho: o escritor tem de estar convencido de que é melhor que Cervantes; senão acaba sendo pior do que na verdade é. É preciso apontar para o alto e tentar chegar longe.”
O grande artista é mais crítico com relação às suas obras do que os seus mais ferrenhos críticos conseguem ser.
A propósito, é exatamente esta auto-crítica, esta implacável auto-crítica que faz dele um grande artista.
Ilustração da reportagem que li:
Mas a auto-crítica é o melhor caminho para a auto-valorização.
Gabriel García Márquez diz que podemos conhecer um bom escritor não tanto pelo que publica, mas pelo que teve coragem de jogar no lixo: “se o escritor se desfaz do que está escrevendo, está no bom caminho: o escritor tem de estar convencido de que é melhor que Cervantes; senão acaba sendo pior do que na verdade é. É preciso apontar para o alto e tentar chegar longe.”
O grande artista é mais crítico com relação às suas obras do que os seus mais ferrenhos críticos conseguem ser.
A propósito, é exatamente esta auto-crítica, esta implacável auto-crítica que faz dele um grande artista.
Ilustração da reportagem que li:

Depois de todas as séries de ataques criminosos em todo o Estado de São Paulo, transformando a cidade em versão real do filme "Sin city" agora ais que surge os "pitis" de "Código Da Vinci".

Dizem que:
"Código Da Vinci" é vaiado na pré-estréia em Cannes
CANNES, França (Reuters) - O Festival de Cinema de Cannes abre nesta quarta-feira com a exibição de "O Código Da Vinci", pondo fim à expectativa criada em torno de um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos.
Jornalistas que assistiram à pré-estréia na noite de terça-feira fizeram duras críticas à adaptação de Hollywood do romance de Dan Brown, obra que enfureceu muitos católicos ao sugerir que Jesus Cristo se casou com Maria Madalena e teve um filho com ela.
O filme custou cerca de 125 milhões de dólares e teve muita exposição na mídia graças a protestos religiosos liderados pelo Vaticano. A reação da imprensa na primeira exibição do filme em Cannes foi sobretudo negativa. A sala foi tomada por gargalhadas numa das cenas mais importantes.
Bom, não custa nada assistir pra saber,
até porque tem a atriz Andrey Tatou
que fez o filme Amélie Poulain!!

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Para explorar a sexualidade, as mulheres agora fazem com que o chamado chá-de-cozinha (ou de panela) ceda lugar ao chá-de-lingerie. Sim, os panos-de-prato saem de cena para que a noiva seja presenteada com calcinhas, sutiãs, camisolas, corselets, óleos corporais, perfumes e acessórios eróticos.
Além de turbinar o enxoval com peças íntimas picantes que vão fazer a cabeça do noivo, a futura esposa ainda pode contar com dicas de uma especialista em sexo para levar o maridão às alturas. E se tudo isso não for o bastante, um homem estonteante anima o chá com um strip-tease de tirar o fôlego....

O amor acaba
Paulo Mendes Campos
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar;
Paulo Mendes Campos
O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar;
de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio;
e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres;
mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo;
e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor;
e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.
Agradecemos a J.Carino pelo envio da crônica.
(O amor acaba: crônicas líricas e existenciais. 2a ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 21-22).
Agradecemos a J.Carino pelo envio da crônica.
(O amor acaba: crônicas líricas e existenciais. 2a ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 21-22).



