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Eu não amo ninguém.
Nesse momento, não alguém em especial.
Que bom pra você, né?
Vou te poupar daqueles versinhos melosos
Shakespereanamente tupiniquins
Do tipo
Que dizem que ''eu amo até morrer'',
ou ''eu amo quem não sabe que eu existo''
ou ''eu amo quem não me quer''
ou ''eu amo até morrer quem não sabe que eu existo nem me quer''
mas... ''eu amo''

Babaquice!!!!!
Babaquice usar a palavra amor pra coisas vãs.
O amor que prevê a morte já nasceu morto.
O amor unilateral não é amor. É loucura individual.
O amor platônico já nasceu morto.
E tudo junto é nada... Que alguém se engana dizendo a si mesmo que é tudo.
É dos cafajestes que elas gostam mais!
Safados, traidores e mentirosos! Mesmo carregando essa cesta pesada de defeitos, os cafajestes conquistam os corações femininos

Por Denise Molinaro





Desde de que o mundo é mundo, os típicos cafajestes comemoram vitórias entre amigos por adicionarem freqüentemente aos seus currículos amorosos, um grande número de conquistas. Eles usam e abusam, prometem e iludem, e ainda assim, colecionam troféus materializados em mulheres apaixonadas. Tamanha é a amplitude do assunto, que nos Estados Unidos algumas garotas revoltadas resolveram fichar na internet as sacanagens dos ex-parceiros, cuidando para que futuras vítimas possam saber em qual território não devem pisar.

Para procurar o perfil de alguns supostos cafajestes, bastar clicar em www.dontdatehimgirl.com, algo do tipo: "não saia com ele". Há quem considere o site um serviço de utilidade pública para as garotas. No Brasil a moda pegou e três amigas cariocas criaram o blog Homem é Tudo Palhaço. Para coroar a reportagem com alguns exemplos, veja os galãs conquistadores que estão em evidência na mídia e dão o ar da graça frente às câmeras.

.
Leitores do Keep Walking, ainda não passava das 10:45 de hoje quando fazia minha primeira pausa rápida para um café e lembrava-me do filme chamado A Corrente do Bem (Pay It Forward). Em meus pensamentos buscava o legado que é repedido em algumas cenas, até lembrei:
Passe para frente!

Isso não teria maiores impactos se, ao voltar para minha mesa de trabalho, não tivesse aberto meu e-mail e lesse está mensagem que segue abaixo:


NATUREZA DO AMOR

Sentir a presença energia transpiração do amor não é nem um pouco difícil. Para tanto basta estar disponível acessível permitido à recepção emanação do amor capaz mesmo de assumir nossos sentidos. Falamos muito ouvimos muito. Observamos muito permitimos muito.

A liberdade tem sim o poder de possuir todos os nossos sentidos. Água torna-se mais pura, cafezinho mais saboroso, prosa a flutuar por aparição de anjo benção de visão sem qualquer melindre.

A liberdade é natural do amor tão natural quanto estar em pleno estado de graça.

Dá pra decifrar isso?

Belo Horizonte, 22 maio 2006
cadinhoroco@yahoo.com.br

Se gostar desta leitura, passe pra frente.


www.balaiodeminas.com.br
www.soltanomundo.blogger.com.br


Visitando o site do meu amigo ecerbero no Multiply.com descobri a nova novidade lançada nos Estados Unidos, papel higiênico personalizado.
Cada rolo custa entre US$2 a 12.
Era só o que faltava!!!




Então você compraria a novidade?

....
Lendo uma reportagem de que abordava questões de como os estrangeiros vêm um profissional brasileiro inclinei-me a escrever este post, que na verdade não quer entrar nesta questão em especifica e sim em auto-crítica.

Mas a auto-crítica é o melhor caminho para a auto-valorização.

Gabriel García Márquez diz que podemos conhecer um bom escritor não tanto pelo que publica, mas pelo que teve coragem de jogar no lixo: “se o escritor se desfaz do que está escrevendo, está no bom caminho: o escritor tem de estar convencido de que é melhor que Cervantes; senão acaba sendo pior do que na verdade é. É preciso apontar para o alto e tentar chegar longe.”

O grande artista é mais crítico com relação às suas obras do que os seus mais ferrenhos críticos conseguem ser.

A propósito, é exatamente esta auto-crítica, esta implacável auto-crítica que faz dele um grande artista.

Ilustração da reportagem que li:





Depois de todas as séries de ataques criminosos em todo o Estado de São Paulo, transformando a cidade em versão real do filme "Sin city" agora ais que surge os "pitis" de "Código Da Vinci".



Dizem que:
"Código Da Vinci" é vaiado na pré-estréia em Cannes

CANNES, França (Reuters) - O Festival de Cinema de Cannes abre nesta quarta-feira com a exibição de "O Código Da Vinci", pondo fim à expectativa criada em torno de um dos filmes mais polêmicos dos últimos anos.

Jornalistas que assistiram à pré-estréia na noite de terça-feira fizeram duras críticas à adaptação de Hollywood do romance de Dan Brown, obra que enfureceu muitos católicos ao sugerir que Jesus Cristo se casou com Maria Madalena e teve um filho com ela.

O filme custou cerca de 125 milhões de dólares e teve muita exposição na mídia graças a protestos religiosos liderados pelo Vaticano. A reação da imprensa na primeira exibição do filme em Cannes foi sobretudo negativa. A sala foi tomada por gargalhadas numa das cenas mais importantes.

Bom, não custa nada assistir pra saber,
até porque tem a atriz Andrey Tatou
que fez o filme Amélie Poulain!!



...

Para explorar a sexualidade, as mulheres agora fazem com que o chamado chá-de-cozinha (ou de panela) ceda lugar ao chá-de-lingerie. Sim, os panos-de-prato saem de cena para que a noiva seja presenteada com calcinhas, sutiãs, camisolas, corselets, óleos corporais, perfumes e acessórios eróticos.
Além de turbinar o enxoval com peças íntimas picantes que vão fazer a cabeça do noivo, a futura esposa ainda pode contar com dicas de uma especialista em sexo para levar o maridão às alturas. E se tudo isso não for o bastante, um homem estonteante anima o chá com um strip-tease de tirar o fôlego....
apoio: MSN

O amor acaba
Paulo Mendes Campos




O amor acaba. Numa esquina, por exemplo, num domingo de lua nova, depois de teatro e silêncio; acaba em cafés engordurados, diferentes dos parques de ouro onde começou a pulsar;
de repente, ao meio do cigarro que ele atira de raiva contra um automóvel ou que ela esmaga no cinzeiro repleto, polvilhando de cinzas o escarlate das unhas; na acidez da aurora tropical, depois duma noite votada à alegria póstuma, que não veio;
e acaba o amor no desenlace das mãos no cinema, como tentáculos saciados, e elas se movimentam no escuro como dois polvos de solidão; como se as mãos soubessem antes que o amor tinha acabado; na insônia dos braços luminosos do relógio; e acaba o amor nas sorveterias diante do colorido iceberg, entre frisos de alumínio e espelhos monótonos; e no olhar do cavaleiro errante que passou pela pensão; às vezes acaba o amor nos braços torturados de Jesus, filho crucificado de todas as mulheres;
mecanicamente, no elevador, como se lhe faltasse energia; no andar diferente da irmã dentro de casa o amor pode acabar; na epifania da pretensão ridícula dos bigodes; nas ligas, nas cintas, nos brincos e nas silabadas femininas; quando a alma se habitua às províncias empoeiradas da Ásia, onde o amor pode ser outra coisa, o amor pode acabar; na compulsão da simplicidade simplesmente; no sábado, depois de três goles mornos de gim à beira da piscina; no filho tantas vezes semeado, às vezes vingado por alguns dias, mas que não floresceu, abrindo parágrafos de ódio inexplicável entre o pólen e o gineceu de duas flores; em apartamentos refrigerados, atapetados, aturdidos de delicadezas, onde há mais encanto que desejo;
e o amor acaba na poeira que vertem os crepúsculos, caindo imperceptível no beijo de ir e vir; em salas esmaltadas com sangue, suor e desespero; nos roteiros do tédio para o tédio, na barca, no trem, no ônibus, ida e volta de nada para nada; em cavernas de sala e quarto conjugados o amor se eriça e acaba; no inferno o amor não começa; na usura o amor se dissolve; em Brasília o amor pode virar pó; no Rio, frivolidade; em Belo Horizonte, remorso; em São Paulo, dinheiro; uma carta que chegou depois, o amor acaba; uma carta que chegou antes, e o amor acaba; na descontrolada fantasia da libido; às vezes acaba na mesma música que começou, com o mesmo drinque, diante dos mesmos cisnes; e muitas vezes acaba em ouro e diamante, dispersado entre astros; e acaba nas encruzilhadas de Paris, Londres, Nova Iorque; no coração que se dilata e quebra, e o médico sentencia imprestável para o amor;
e acaba no longo périplo, tocando em todos os portos, até se desfazer em mares gelados; e acaba depois que se viu a bruma que veste o mundo; na janela que se abre, na janela que se fecha; às vezes não acaba e é simplesmente esquecido como um espelho de bolsa, que continua reverberando sem razão até que alguém, humilde, o carregue consigo; às vezes o amor acaba como se fora melhor nunca ter existido; mas pode acabar com doçura e esperança; uma palavra, muda ou articulada, e acaba o amor; na verdade; o álcool; de manhã, de tarde, de noite; na floração excessiva da primavera; no abuso do verão; na dissonância do outono; no conforto do inverno; em todos os lugares o amor acaba; a qualquer hora o amor acaba; por qualquer motivo o amor acaba; para recomeçar em todos os lugares e a qualquer minuto o amor acaba.



Agradecemos a J.Carino pelo envio da crônica.

(O amor acaba: crônicas líricas e existenciais. 2a ed., Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2000, p. 21-22).

Que mulher nunca teve
Um sutiã meio furado,

Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio viado?

Que mulher nunca tomou
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair
Ou um lexotan para dormir?

Que mulher nunca sonhou
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida
Ou com uma lipo na barriga?

Que mulher nunca pensou
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela
Ou que a culpa era toda dela?

Que mulher nunca penou
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada
Ou para trabalhar menstruada?


Que mulher nunca comeu
Uma caixa de Bis, por ansiedade,
Uma alface, no almoço, por vaidade
Ou, um canalha por saudade?
Que mulher nunca apertou
O pé no sapato para caber,
a barriga para emagrecer
Ou um ursinho para não enlouquecer?

Que mulher nunca jurou
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone
Ou que "dele" não lembra nem o nome?

Só as mulheres para entenderem o significado deste poema!
Estamos em uma época em que: "Homem dando sopa, é apenas um homem
distribuindo alimento aos pobres"

"Pior do que nunca achar o homem certo é viver pra sempre com o
homem errado"
"Mais vale um cara feio com você do que dois lindos se beijando"
Se todo homem é igual, porque a gente escolhe tanto???"
"Principe encantado que nada... Bom mesmo é lobo-mau!!

Que te ouve melhor...
Que te vê melhor...
Você sabia que sua maneira de dormir revela coisas sobre você?


De costas - Braços e pernas abertas:
Que espírito de liberdade!
Adora conforto e venera a beleza.
Também é um(a) verdadeiro(a) esbanjador(a) - tomara que
ganhe bem, né? É um pouquinho abelhudo(a) e adora uma fofoca.
Cuidado para não levar umas picadas...

De costas - Com os braços cruzados em baixo da cabeça:
Você é muito inteligente e adora aprender. Às vezes tem algumas idéias difíceis de ser compreendidas.É uma pessoa que se preocupa com a família e seu grande problema é que é exigente demais no amor.
Descruze esses braços, já!

De costas - Pernas cruzadas:
Todos que dormem de pernas cruzadas são definidos como obsessivos(as)e tem ificuldade para aceitar mudanças. Tem como prioridade a solidariedade e sua maior qualidade é a capacidade de tolerância.
Pelo menos tem grandes qualidades...

De lado:

Indica que você é uma pessoa confiável. Obtém sucesso em todas as tarefas que se dispõem a fazer. Aliás, dizem que as pessoas que dormem para o lado direito tem tendências ao poder e a fortuna. Lado direito, então!

De lado e encolhido(a):
Egoísta e vingativo(a),são palavras que te descrevem.
As pessoas a sua volta devem cuidar-se para não pisar no seu calo,

se não...
Be happy, cara!

...................

O mundo deriva de uma sucessão de fatos, atitudes, decepções e contradições...
Porque tudo não passa de um:


Efeito Borboleta





CORPO COMO FORMA DE EXPRESSÃO

Todo corpo vivo expressa, mesmo que seja a passividade e a docilidade imposta pelas formas de saber e microfísicas de poder vigentes. Porém, o corpo expressivo, em Estado Cênico, pode ser definido como um estado de (re)criação, (re)atualização, (re)potencialização e transbordamento desse mesmo estado passivo e automatizado do cotidiano. Esse corpo expressivo em arte é contraditório, paradoxal e pleno de multiplicidades porque enquanto ser do sensível - gera linhas de fuga poéticas que desterritorializam esse corpo automatizado e, ao mesmo tempo, se territorializa nessa desterritorialização num movimento de acontecimento em continuum.

Como uma possível forma de minimizar essa complexidade extrema, a tentativa de pensamento conceitual específico desse corpo expressivo poderia ser recortado na borda do desse corpo expressivo, como um ser que, mesmo sendo a expansão e transbordamento do corpo com comportamento cotidiano, é um ser de sensação independente, mesmo sujeito ao corpo cotidiano enquanto território de expansão latente.

Qualquer conceito, reflexão e pensamento sobre o trabalho de ator poderia, então, ser territorializado não na borda ou no interior do corpo cotidiano, mas na borda e no território expandido desse corpo expressivo. Claro que a dificuldade, nesse ponto, é estabelecer os contornos dessa borda, mesmo que esses contornos sejam maleáveis.

Quais seriam, então, essas bordas, esses contornos e a intensidade conceitual que ela propõe?

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